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Torneio Sauípe Golf Terraces
Evento pretende conciliar lazer com a possibilidade de estreitar contatos profissionais
No próximo sábado, dia 26 de janeiro, no Sauípe Golf Links, campo de golf de Costa do Sauípe, acontece o Torneio Sauípe Golf Terraces, campeonato para iniciantes promovido pela Odebrecht Empreendimentos Imobiliários em parceria com a Câmara Americana de Comércio – Bahia (AMCHAM/BA). O evento esportivo vai reunir empresários que trocarão o terno e gravata pelos acessórios do golfe para disputar um animado torneio.
“A ação é uma forma descontraída dos empresários melhorarem suas redes de relacionamento, enquanto também aproveitam um dia de muito lazer com a família”, explica Cláudio Cardoso, diretor de executivo da AMCHAM/BA. Para Djean Cruz, diretor de incorporação da Odebrecht Empreendimentos Imobiliários, o esporte é um dos mais eficientes meios para estreitar laços e pode contribuir para o fechamento de novos negócios. “O objetivo é apresentar o esporte favorito de executivos do mundo inteiro em um torneio de confraternização que oferece diversão e novos contatos”, salienta.
Além do networking*, o esporte se tornou a coqueluche do universo corporativo, pois também ajuda a diminuir o estresse, estimula a capacidade de planejamento, flexibilidade, tomada de decisão e ainda, ensina o golfista a manter o equilíbrio emocional.
A programação inclui Clínica de Golfe para os mais inexperientes e distribuição de prêmios para os melhores jogadores. Ao final da disputa, que acontece das 10h às 11h, um delicioso brunch no apartamento decorado do Sauípe Golf Terraces aguarda os convidados para uma confraternização especial. A cerimônia de premiação encerra o evento.
Programação
Dia 26/01 (sábado):
08h40 – Concentração na sede de golfe do Sauípe Golf Links, Resort Costa do Sauípe;
09h – Boas Vindas e Clínica de Golfe no putting green do Sauípe Golf Links
10h – Torneio recreativo no Mini Campo de Golf
11h – Brunch especial no apartamento decorado do Sauípe Golf Terraces
12h45 – Distribuição de Prêmios para os melhores do torneio
*O QUE É... NETWORKING?
É uma espécie de "toma lá, dá cá" em que você ajuda alguém já esperando o dia em que poderá pedir a retribuição da "gentileza"
Por Max Gehringer, consultor empresarial. Apresenta um quadro no Fantástico e colabora para revistas como Exame e Você SA.
Net, como todo mundo ficou sabendo depois da Internet, é "rede". Mas work, palavrinha quase sempre traduzida apenas como "trabalho", tem um sentido mais amplo em inglês: é qualquer aplicação de energia orientada para um propósito específico. Trabalhar é só uma das muitas alternativas. Trocar o pneu do carro ou comer um sanduíche são outras. Foi quando as primeiras estações de televisão americanas começaram a retransmitir suas imagens para todo o país que surgiu o termo "networking", para definir esse esforço conjunto de difusão.
Por aqui, há alguns anos, dizia-se que, para ter uma chance em uma empresa, uma pessoa precisava de Q.I., isto é, "Quem Indicou". A palavra "Networking" é uma nova maneira de dizer a mesma coisa: quanto maior for a rede de contatos, melhor é a possibilidade de se conseguir uma boquinha. E como se constrói um bom networking? Não é fácil, mas também não é tão complicado:
JORNAL TRIBUNA DA BAHIA – 21/08/2007
AMERICANOS QUEREM INVESTIR EM TURISMO, MAS RECLAMAM DOS ENTRAVES
O turismo baiano responde por 6,6% do PIB do Estado, segundo dados da Secretaria de Turismo. Esse número pode ser bem maior, caso as condições para atrair investimentos estejam em sintonia com o mercado. Para presidente do Conselho da Câmara Americana, Marconi Andraos Oliveira, a participação de capital norte-americano é ínfima, mas poderia ser bem maior. “Há muito potencial para ser investido no Brasil. As cifras de quanto o país e em especial a Bahia perdem são incalculáveis. O turista norte-americano vem mais para cá a trabalho. É preciso rever isso”, frisa.
Ele ainda aponta a necessidade de promover melhorias na infra-estrutura. “Além das ações envolvendo a parte de comercialização e marketing, é necessário pensar na infra-estrutura que não é boa. A parte de serviços também deixa e muito a desejar”, frisa e aponta: “Também lembro a importância de manter o Pelourinho e a parte referente à Bahia antiga reformada. Sempre que a Câmara recebe norte-americanos levamos ao Pelourinho e outros pontos da cidade. O turista americano valoriza muito isso. Essa área é muito importante porque também é um diferencial e não pode ser degradada”, reclama.
Marconi prega uma maior harmonia na legislação para atrair o empresariado estrangeiro e em especial o norte-americano. Para ele é preciso que as esferas federal, estaduais e municipais andem em sintonia para não haver empecilhos na hora de fechar investimentos.
“Hoje há um problema sério e grave para quem quer investir. O empresário estrangeiro quer trazer o empreendimento para cá, mas há casos que, quando está tudo certo entre as esferas municipal e estadual, vem alguma autarquia federal que acaba suspendendo a obra. Para se investir num país é preciso que as regras do jogo estejam claras. É necessário haver sintonia entre as leis, com harmonia e estabilidade, senão o empresário vai investir em outro lugar e é isso no momento o que está acontecendo com o Brasil”, reclama Oliveira. Ele ainda critica a falta de ousadia e agressividade do empresariado brasileiro. “É preciso vender o Brasil lá fora. Suas oportunidades, suas vantagens e no momento não vejo que isso. Praia e mar não são diferenciais porque existe em muitos países, mas é preciso criar diferenciais dentro do país e vendê-los enquanto produto turístico”, aponta.
JORNAL TRIBUNA DA BAHIA – 15/08/2007
EUA TEM INTERESSE EM PRODUTOS BAIANOS
O diretor da Câmara de Comércio Americana para o Brasil- Bahia, Cláudio Cardoso, conclama os empresários baianos a descobrirem o mercado norte americano e cita a Odebrecht como exemplo de sucesso. Segundo Cardoso, os americanos descobriram a Bahia e agora cabe aos baianos descobrirem os EUA. “As pessoas vão para os EUA gastar e não fazer negócios. Nós podemos exportar arte, cultura, culinária, confecções, pedras, móveis, agro-indústria, cerâmica, e não apenas produtos petroquímicos de alta complexidade, automóveis e engenharia. Os empresários precisam fazer mais negócios”, diz.
Ele ainda destaca que, em tempos de defasagem cambial, o empresariado deve procurar as associações para fortalecer o setor e realizar diálogos com o governo. “É nas associações que eles se fortalecem e cobram mais medidas dos governos. Não podemos mais pensar sozinhos. Precisamos unir forças até para sermos mais competitivos”, sinaliza.
Cardoso ainda aponta que a Câmara é um elo para alavancar negócios. “O empresariado baiano precisa entender as oportunidades que está perdendo lá fora. Há muito interesse dos norte-americanos em realizar negócios na Bahia. É fundamental perder os medos e as barreiras”, frisa.
Segundo estimativas, acredita-se que empreendimentos americanos estejam respondendo por 25% do PIB baiano, que hoje, segundo Cardoso, está na faixa dos US$ 40 bilhões.
“O PIB brasileiro é US$ 800 bilhões e os empreendimentos americanos respondem por 15% deste montante no país”, cita e acrescenta: “Os americanos são responsáveis por gerar 50 mil empregos diretos na Bahia e no campo de agronegócios, estima-se que pelo menos 1/3 dos investimentos no estado sejam de capital americano”.
Presente desde 1976, a Câmara de Comércio Americana para o Brasil- Bahia tem hoje no Estado 300 associados. “O papel da Câmara é estimular a realização de encontros de negócios e culturais.
Os americanos são os maiores parceiros comerciais da Bahia e há muito interesse deles em ampliarem os investimentos, mas acima de tudo, acredito que é hora do baiano voltar as atenções para o mercado americano e vender produtos”, avalia Cardoso.
Ele ainda menciona um fato interessante: as câmaras de comércio surgiram com os ingleses no século XVIII e tinham como proposta expandir o imperialismo inglês pelo mundo.
Hoje, os tempos mudaram e ele salienta a importância do Brasil em firmar cada vez mais a presença nos países estrangeiros através dos negócios. “Temos que buscar parceiros comerciais e vislumbrar oportunidades em outros mercados. Não dá mais para ficarmos sozinhos. Realizar negócios é um ponto importante e decisivo no crescimento do país, mas acima de tudo, promove geração de emprego e renda e estimula o intercâmbio comercial e cultural. O empresariado precisa rever suas posturas”, completa
CORREIO DA BAHIA - 14/09/2006
Responsabilidade social corporativa terá ISO
Projeto de criação do selo internacional foi apresentado ontem a empresários e gestores baianos no Fiesta
Por Toni Vasconcelos
Empresários e gestores baianos de variados segmentos conheceram ontem, muitos pela primeira vez, o projeto de criação da futura ISO 26000, norma internacional que vai tratar do tema da responsabilidade social corporativa. Em concorrido encontro promovido pela Câmara de Comércio Americana e a Rede Bahia de Comunicação, no Fiesta Convention Center, no Itaigara, o presidente mundial do ISO Social Responsibility Working Group, Jorge Reis Cajazeira, discorreu sobre ética dentro das organizações e nas relações comerciais, combate à pirataria, sonegação e corrupção, respeito aos direitos do trabalhador e do consumidor, igualdade no trabalho para homens e mulheres, preservação ambiental, extinção do trabalho infantil e escravo, entre outros assuntos que vão compor a pauta da nova norma.
A participação dos executivos e gestores presentes foi excelente. Ao final da apresentação, tivemos um caloroso debate, com muitas perguntas do público. "Isso demonstra o interesse das lideranças empresariais baianas pelo assunto", destacou o diretor de Desenvolvimento Organizacional da Rede Bahia, Isaac Edington. Em sua avaliação, uma norma mundial no campo da responsabilidade social das empresas vai promover diretamente o desenvolvimento dos paÃses emergentes. "Ao contrário do que se pode pensar, a ISO 26000 terá um efeito prático muito forte nas relaçõees comerciais e entre as nações, o que vai favorecer os países em desenvolvimento, como o nosso", analisou.
Edington salientou também a importância de um brasileiro estar presidindo esse debate de alcance planetário, o que reforça a influência do país no projeto. Engenheiro baiano, Jorge Reis Cajazeira é gerente corporativo de competitividade da Suzano Papel e Celulose, que tem unidade industrial de porte no extremo sul do estado. Talvez por força dessa "baianidade", Salvador foi sede, em março do ano passado, da primeira reunião do Comitêª Mundial da ISO da Responsabilidade Social, quando aqui estiveram mais de 400 lideranças de empresas, ONGs, governos e universidades de diferentes países.
"Estamos, democraticamente, gestando os parâmetros do que seja uma organização socialmente responsável. E a escolha do nosso nome para presidir o comitê mundial não foi por acaso. O Brasil tem avançado muito nas práticas de cidadania e é um dos poucos países a elaborar uma norma nacional sobre responsabilidade social, a NBR 16001, que vai servir de referência para a criação da ISO 26000", enfatizou Jorge Reis Cajazeira. No processo de criação da norma, iniciado em 2004, e que deve ser concluído até 2008, outros encontros aconteceram, e o próximo já está agendado para Austrália, em janeiro de 2007. "Queremos trazer Jorge Cajazeira novamente a Salvador, possivelmente em março, para nos contar, em primeira mão, os resultados dessa reunião”, adiantou Isaac Edington.
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